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3 de fevereiro de 2026
Oeste Cidade
MIGUEL DOS VINHOS

Por que os espumantes brasileiros e os champagnes franceses são os mais indicados para o Réveillon

O Réveillon é, simbolicamente, o momento mais aguardado do ano. A virada representa recomeço, esperança e celebração. E poucas bebidas traduzem esse espírito de forma tão clara quanto os espumantes e os champagnes.

As borbulhas estão associadas à alegria, à prosperidade e ao ato de brindar, que atravessa culturas e gerações. Não por acaso, eles se tornaram protagonistas absolutos da noite de Ano-Novo.
Espumantes brasileiros: qualidade, frescor e identidade

O Brasil se consolidou como um dos grandes produtores de espumantes do mundo, especialmente na Serra Gaúcha. O clima, o solo e a técnica fizeram com que nossos espumantes ganhassem reconhecimento internacional.

Os espumantes brasileiros se destacam por: Frescor e acidez equilibrada, ideais para o clima do verão;
Excelente relação custo-benefício; Versatilidade para acompanhar a ceia e também o brinde da meia-noite.
Algumas sugestões nacionais: Casa Valduga Brut ou Extra Brut, Miolo Millésime Brut, Geisse Brut ou Rosé. São rótulos consistentes, elegantes e fáceis de encontrar no mercado brasileiro.

Champagnes franceses: tradição e símbolo de celebração, O champagne, produzido exclusivamente na região de Champagne, na França, carrega séculos de tradição. É o espumante mais emblemático do mundo, associado a grandes comemorações e momentos históricos. O diferencial do champagne está: na perlage mais fina e persistente, na complexidade aromática, e no método tradicional de produção.

Entre os champagnes mais populares e fáceis de encontrar no Brasil, destaco: Moët & Chandon Brut Impérial,  Veuve Clicquot Brut (Yellow Label), Perrier-Jouët Grand Brut. São escolhas seguras para quem deseja sofisticação e tradição na virada do ano.

O brinde: mais do que um gesto

Brindar é um ato simbólico. É o momento de olhar para quem está ao seu lado, agradecer pelo ano que passou e desejar coisas boas para o que se inicia. Por isso, o cuidado com o espumante nesse instante é fundamental. Um ponto importante: não perder o gás na abertura.

O ideal é retirar a gaiola, segurar firmemente a rolha e girar levemente a garrafa, nunca a rolha. O som correto é um suspiro suave, e não um estouro.

Sabragem: tradição, mas não recomendada

Apesar de famosa, a sabragem não é indicada em ambientes domésticos. Trata-se de uma técnica que envolve risco de acidentes e desperdício de vinho. No Réveillon, o mais importante é segurança, elegância e prazer — não espetáculo perigoso.

Harmonização para a ceia de Ano-Novo

Os espumantes e champagnes são extremamente versáteis: Entradas e petiscos: espumantes Brut ou Extra Brut; Pratos leves, peixes e frutos do mar: Brut ou Nature; Sobremesas leves e frutas: espumantes Moscatel ou Demi-Sec. Essa versatilidade explica por que eles acompanham toda a noite, da recepção ao brinde final.

Para encerrar, seja com um espumante brasileiro ou com um champagne francês, o mais importante é celebrar com consciência, alegria e boas companhias. Que o brinde da meia-noite represente esperança, saúde e novos começos.

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