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3 de fevereiro de 2026
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Em Prudente, Ministério Público inaugura núcleo para atendimento a vítimas de violência

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) deu um passo importante na ampliação da rede de proteção às vítimas de violência em Presidente Prudente. Nesta sexta-feira (31), foi inaugurado o Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência (NAVV), unidade criada para oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento a pessoas que enfrentam situações de agressão física, psicológica ou patrimonial.

Estiveram presentes na inauguração os representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, Polícia Militar, o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, além dos promotores de Justiça Vanessa Zorzan, Fernando Galindo Ortega e Lincoln Gakiya.

NAVV tem a finalidade de fazer um atendimento multidisciplinar e de acolhimento para as vítimas de violência. Foto: Cedida

Mesmo antes da abertura oficial, o serviço já vinha em funcionamento e contabiliza 97 atendimentos desde janeiro, mostrando a demanda crescente por esse tipo de apoio.

Na comarca de Presidente Prudente, 1.113 novos processos desse tipo foram registrados apenas até setembro deste ano — um retrato preocupante que reforça a necessidade de ampliar o atendimento especializado.

Inauguração Cabine Lilás em Prudente

Além do novo núcleo do MPSP, a Polícia Militar do Estado de São Paulo inaugurou, a Cabine Lilás, instalada no Centro de Operações da PM (COPOM) do Comando de Policiamento do Interior Oito (CPI-8), também em Presidente Prudente.

O espaço foi idealizado para proporcionar atendimento humanizado e sigiloso a mulheres em situação de violência, sob a condução exclusiva de policiais femininas treinadas em escuta ativa e abordagem acolhedora.

Cabine Lilás, foi instalada no Centro de Operações da PM (COPOM) do Comando de Policiamento do Interior Oito (CPI-8).

A Cabine Lilás tem como objetivo oferecer acolhimento imediato, garantir que cada relato seja tratado com empatia e confidencialidade, além de encaminhar as vítimas aos órgãos da rede de proteção, como o Ministério Público, a DDM e os serviços de assistência social.

Com a implantação do projeto, o CPI-8 reforça o compromisso com a defesa dos direitos humanos e a valorização da vida, fortalecendo as ações voltadas à proteção da mulher.

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