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3 de fevereiro de 2026
Oeste Cidade
POLÍCIA

DIG de Prudente desarticula golpe e recupera mais de R$ 22 mil desviados por funcionário

A Polícia Civil de Presidente Prudente, esclareceu em menos de 24 horas um golpe que resultou no desvio de mais de R$ 22 mil em produtos de uma empresa da cidade.

O caso começou na tarde de segunda-feira (17), quando representantes da empresa procuraram a DIG após constatarem que haviam comercializado, via WhatsApp, mercadorias que somavam R$ 22.259,56. Os produtos foram entregues na sede da própria empresa, mas logo depois o estabelecimento descobriu que os compradores eram falsos e que nenhum pagamento havia sido realizado.

Diante da denúncia, a equipe da DIG iniciou imediatamente diligências de campo, além de análises em fontes fechadas, com o objetivo de rastrear o destino das mercadorias e identificar os responsáveis.

Já no fim da manhã dessa terça-feira (18), menos de um dia após o registro, investigadores retornaram à empresa com elementos probatórios robustos. No local, identificaram um funcionário envolvido no esquema. Confrontado com as provas, ele confessou participação na fraude e indicou o paradeiro dos produtos e do comparsa.

As mercadorias que somavam R$ 22.259,56. Os produtos foram entregues na sede da própria empresa. Foto: Polícia Cilvil

Após diversas diligências, a Polícia Civil localizou quase a totalidade dos itens desviados — faltando apenas uma pequena parcela avaliada em R$ 187. Os produtos recuperados já foram devolvidos à empresa vítima.

Os dois envolvidos, primos de 37 e de 41 anos, foram conduzidos à delegacia, onde confessaram o crime e detalharam o golpe que possibilitou a subtração qualificada. Segundo a DIG, o ex-funcionário utilizou artifícios para simular conversas, validar pedidos falsos e entregar clandestinamente os produtos ao comparsa, que se encarregaria da revenda.

Ambos foram indiciados por duas vezes, em continuidade delitiva, por furto duplamente qualificado — por abuso de confiança, fraude e concurso de pessoas — crimes cujas penas somadas podem ultrapassar oito anos de reclusão.

A Polícia Civil segue investigando para apurar se houve a participação de possíveis receptadores no esquema e suas eventuais responsabilidades.

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