Um homem de 68 anos foi preso em flagrante na manhã deste sábado (20), após cometer uma sequência de furtos em diferentes pontos de Presidente Prudente (SP), incluindo uma igreja e estabelecimentos comerciais no Centro e em bairros da cidade.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito, foi detido por policiais militares após denúncias de que um aparelho celular havia sido furtado no interior da Catedral São Sebastião, durante uma cerimônia religiosa.
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A vítima, uma dentista de 60 anos, relatou que deixou a bolsa sobre o banco para tirar fotos no altar e, ao retornar, percebeu que o celular havia sido levado. Imagens do sistema de monitoramento da igreja ajudaram na identificação do autor.
Durante diligências na região central, os policiais localizaram o suspeito, que carregava objetos escondidos sob a jaqueta. Na abordagem, foram encontrados três aparelhos celulares e kits de facas, além de outros itens furtados.
Segundo a Polícia Militar, um dos celulares havia sido levado no dia anterior de um supermercado no Parque São Judas Tadeu, enquanto outro aparelho foi subtraído de um restaurante popular. Já na manhã deste sábado, o homem também teria furtado dois kits de churrasco de uma loja de utilidades e dois desodorantes de uma farmácia localizada em frente a uma praça no Centro da cidade.

Parte dos objetos furtados foi recuperada. Um dos celulares foi localizado em uma loja de assistência técnica no Shopping Vila Romana, onde o suspeito havia deixado o aparelho para desbloqueio. Após a ação policial, os itens foram devolvidos às vítimas, entre elas representantes de um mercado, uma loja de utilidades e uma farmácia.
Em depoimento, o indiciado confessou os furtos dos celulares e dos desodorantes, alegando versões contraditórias sobre a origem das facas. Ele também admitiu ter antecedentes criminais, com histórico de condenações por crimes patrimoniais desde a década de 1970, incluindo penas longas já cumpridas no sistema prisional.
Diante do conjunto de provas, depoimentos das vítimas, imagens de monitoramento e confissão parcial, a Polícia Civil lavrou o auto de prisão em flagrante. A autoridade policial também representou pela conversão da prisão em preventiva, destacando a reiteração criminosa, a pluralidade de furtos praticados no mesmo dia e o risco de novos delitos caso o suspeito seja colocado em liberdade.

