Podemos citar diversos exemplos mas quando você vê uma mesa diretora caçando deputados eleitos pelo voto popular. Temos que ter o caminho para combater tamanho desrespeito ao voto popular.
A mudança é que em 2026, a principal preocupação do eleitor brasileiro deve ser eleger pessoas, e não apenas concentrar expectativas na figura do Presidente da República, ou olhar primeiro o partido. O sistema as vezes não aceita um bom candidato em suas fileiras. E o mesmo busca outros espaços.
Não vamos votar em Partidos, VAMOS VOTAR EM PESSOAS. A governabilidade do país depende diretamente da composição do Poder Legislativo, especialmente da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
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É indispensável promover uma reforma profunda no ordenamento jurídico e administrativo dessas Casas. O modelo atual permite que interesses individuais ou de grupos organizados se sobreponham ao interesse público, muitas vezes em razão de compromissos políticos, dependências partidárias ou vínculos que impedem a livre atuação parlamentar. Esse cenário resulta em um Legislativo que não pauta temas essenciais à sociedade brasileira, mas sim agendas que preservam estruturas de poder.
Os procedimentos administrativos e regimentais vigentes foram, em grande medida, desenhados para manutenção do status quo, dificultando mudanças estruturais e bloqueando iniciativas que contrariem interesses estabelecidos. Esse sistema precisa ser modernizado, com regras mais transparentes, objetivas e alinhadas ao princípio da soberania popular.
Para isso, é fundamental a renovação dos quadros políticos, com a eleição de deputados estaduais, federais e senadores que tenham independência, coragem e compromisso institucional para enfrentar essas distorções. É necessário tratar essa questão como uma ferida aberta do sistema político brasileiro.
Um ponto central dessa modernização deve ser o fortalecimento do plenário como instância máxima de decisão, deixando claro que apenas propostas aprovadas pela maioria absoluta do plenário tenham validade normativa, reduzindo o poder concentrado em comissões, lideranças ou acordos internos que não refletem a vontade da maioria dos representantes eleitos.
Sem essa renovação e sem a correção dessas distorções, qualquer projeto de mudança no Brasil continuará limitado, independentemente de quem ocupe a Presidência da República.



