Será que, depois de tantas décadas, o brasileiro finalmente compreendeu o que realmente aconteceu neste país?
Entendeu por que o regime militar agiu como agiu? Por que generais, juízes e forças de segurança tomaram decisões duras — que hoje muitos julgam sem entender o contexto da época?
Entendeu por que se combateu o avanço do comunismo no Brasil e na América Latina?
Por que havia quem enxergasse na esquerda um projeto de destruição nacional disfarçado de “libertação popular”?
Entendeu por que o povo de bem foi manipulado durante anos por uma narrativa que transformou bandidos em heróis e soldados em vilões?
Entendeu por que a imprensa se apaixonou pela mentira do “oprimido revolucionário” — e nunca contou o que realmente estava por trás?
Entendeu por que tantos países, quando caíram nas mãos da esquerda, se tornaram reféns da fome, da miséria e da censura?
Entendeu por que milhões de pessoas fogem de Cuba, da Venezuela, da Coreia do Norte e de tantos outros regimes que prometiam igualdade e entregaram ruína?
Entendeu por que o comunismo é o maior engano moral e econômico da história moderna?
Porque ele começa com o discurso bonito da justiça social, mas termina sempre com a perda da liberdade, da família e da dignidade humana.
Entendeu por que não se negocia com quem quer destruir os valores da pátria?
Porque quem se diz “neutro” diante do mal, acaba servindo a ele sem perceber.
O esquerdismo muda de nome, de roupa e de discurso — mas sua essência é sempre a mesma: o controle total, o poder absoluto, o fim da individualidade.
Hoje ele se mascara de “democracia”, “progressismo” e “direitos humanos” — mas é o mesmo veneno de sempre, agora servido em taça de cristal.
Está na hora de acordar, Brasil.
De enxergar que liberdade não se herda — se defende todos os dias.
E que quem não combate o mal, acaba sendo dominado por ele.
?? Adolfo Padilha
Pense. Questione. Não seja massa de manobra.
(Texto adaptado Caio Copila)


