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Presidente Prudente
1 de fevereiro de 2026
Oeste Cidade
PAPO RETO

Isso não é jogo político. É uma conspiração.

O que estão fazendo com Flávio Bolsonaro não é debate político, é sabotagem. Uma campanha coordenada, repetitiva e desonesta para colar nele uma rejeição que simplesmente não existe. A velha mídia — a mesma que errou tudo, mentiu tudo e nunca pagou por nada — repete todos os dias o mesmo roteiro: “Flávio não tem apoio”, “Flávio é rejeitado”, “Flávio não decola”.

Não apresentam dados. Não mostram povo. Não mostram rua. Só narrativa.
Quando essa mentira começa a falhar, partem para algo ainda mais sujo: inventar conspiração interna. Tentam jogar Michelle contra Flávio, Tarcísio contra Bolsonaro, pai contra filho. É a tática mais antiga do sistema: dividir para enfraquecer, confundir para controlar.
Isolam Bolsonaro, dificultam acesso, criam silêncio artificial e depois usam esse silêncio como “prova” de enfraquecimento. É maldade pura. É vingança política travestida de análise.

Mas só acredita nisso quem quer ser enganado.
Bolsonaro já disse quem é o seu indicado. Ponto. Todo o resto é fofoca plantada para provocar racha. Michelle conspirando contra o próprio enteado? Tarcísio traindo quem o projetou? Isso não é política, é roteiro mal escrito para idiota útil repetir.

O problema do sistema não é Flávio ter rejeição. É exatamente o contrário.
O sistema entrou em pânico porque Flávio não é descontrolado, não é tosco, não é previsível. Ele fala com a base sem gritar, enfrenta sem se perder e cresce sem pedir benção para a velha política. Ele mantém o legado, mas não joga o jogo que o sistema sabe manipular.
Isso é imperdoável para eles.

Por isso tentam matar a candidatura antes que ela amadureça. Por isso espalham intriga, fabricam conflito e apostam na confusão da base. Querem empurrar alguém “aceitável”, alguém domesticado, alguém que não ofereça risco real ao arranjo de poder.
Só que erraram de novo.

A base já aprendeu. O eleitor não é mais gado de manchete. Não compra intriga de bastidor nem novela política plantada por quem sempre perdeu quando o povo decidiu falar.
E é exatamente por isso que a falsa rejeição de Flávio Bolsonaro que tentam vender não é real e não vai colar. O que vem aí é mais uma derrota de um plano de poder frágil, articulado por um complô que só sabe jogar no vale-tudo. Eles só esqueceram do detalhe que sempre os derruba: na política eletiva, o poder não nasce da manipulação — nasce da aceitação e da empatia do eleitor.

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