Um homem preso em silêncio, proibido até de ver a própria família. Não fala com ninguém. Visitas controladas, cronometradas, como se estivéssemos vivendo na Rússia ou na Venezuela.
E, ainda assim, muitos insistem em fingir que está tudo normal.
O sistema se enfurece porque, mesmo calado, mesmo isolado, ele continua crescendo.
Suas redes sociais — paradas — seguem aumentando audiência.
O número de apoiadores cresce.
E, como consequência direta, seu filho já desponta como favorito para disputar a eleição do ano que vem.
Tentaram calar um homem.
Mas acabaram amplificando uma causa.
Silêncio imposto não apaga liderança.
Perseguição não destrói apoio.
E a história mostra que, quando o sistema exagera, o povo reage.


