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3 de fevereiro de 2026
Oeste Cidade
PAPO RETO

Uma liderança que rompe as grades de uma prisão injusta

A prisão de Bolsonaro é o retrato mais cristalino da covardia institucional brasileira. Um homem de 70 anos, sem qualquer dos benefícios legais que normalmente acompanham essa idade, tratado como se fosse um criminoso de alta periculosidade. Enquanto isso, traficantes conhecidos entram e saem pela porta da frente da Justiça. Uma incoerência jurídica tão gritante que só reforça o óbvio: houve interesse político, não justiça.

O STF, que deveria ser o guardião da Constituição, virou palco de interesses pessoais, ideológicos e de vendetas políticas — exatamente o que uma democracia madura jamais poderia tolerar em sua corte suprema. A narrativa construída às pressas, sustentada por uma imprensa submissa e dependente do dinheiro público, mostra o tamanho do esforço para criar um vilão e reescrever a história à base da força.

Instituições silenciosas, agindo com medo ou conveniência, tornam tudo ainda mais vergonhoso. Prendem inocentes, intimidam opiniões, empurram versões prontas goela abaixo do país. E mesmo assim falham no essencial: apagar o legado de Bolsonaro.

Porque, ironicamente, preso e calado, ele segue sendo o assunto nacional — e agora, mundial. O alvo preferido dos que temem não o homem, mas aquilo que ele representa: um líder de verdade que não se dobra.

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