Uma criança de dois anos foi diagnosticada com leishmaniose visceral humana em Presidente Prudente (SP). Este é o segundo caso da doença confirmado no município em 2026.
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O menino mora no Residencial São Lucas e já passou pelo tratamento médico indicado. Segundo as informações divulgadas pela Vigilância Epidemiológica Municipal (VEM), ele recebeu atendimento hospitalar e está em casa, onde continua os cuidados, passando bem.
A partir desta quarta-feira (16), equipes da Vigilância Epidemiológica iniciam uma ação no Residencial São Lucas para orientar os moradores e adotar medidas de controle da doença.
Nesta primeira etapa, os agentes percorrerão as residências para orientar as famílias sobre a limpeza dos imóveis e a separação de materiais orgânicos que deverão ser retirados posteriormente.
O recolhimento está programado para a próxima segunda-feira (21), quando um caminhão deverá percorrer o bairro. A ação será realizada em conjunto com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente.
Também estão previstas orientações para o controle do vetor e aplicação de medidas de controle químico na área.
A Vigilância Epidemiológica reforça que a limpeza dos quintais é uma das principais medidas para reduzir as condições favoráveis à presença do mosquito-palha, inseto transmissor da leishmaniose. A recomendação inclui retirar matéria orgânica acumulada, realizar podas e diminuir pontos de umidade.
Segundo caso em 2026
O primeiro caso humano de leishmaniose registrado neste ano em Presidente Prudente foi confirmado em junho. O paciente é um homem de 24 anos, morador da região dos bairros Jardim Balneário e Residencial Servantes. Ele também recebeu tratamento.
Além dos casos em humanos, o município contabiliza, em 2026, 169 casos autóctones de leishmaniose visceral canina, quando a transmissão ocorre na própria região, e outros dois casos importados.
A doença é transmitida pelo mosquito-palha e pode atingir tanto seres humanos quanto cães.


