Reconhecer o talento e o compromisso dos professores com uma educação de qualidade e transformadora, além de valorizar ações que contribuam para ambientes escolares mais seguros e acolhedores — esse foi o propósito do concurso “Boas práticas pedagógicas na construção da cultura da paz”, que premiou iniciativas de educadores da rede municipal de Presidente Prudente.
A cerimônia de premiação aconteceu nesta quinta-feira (13), na sede do Ministério Público do Estado de São Paulo, em Presidente Prudente. O evento foi promovido pelo Grupo de Trabalho do Programa Segurança no Ambiente Escolar, presidido pelo Ministério Público e composto por representantes do Deinter-8 da Polícia Civil, Polícia Militar, Defesa Civil, Conselho Tutelar, Seduc, Semob e Unidade Regional de Ensino.
Conduzida pelo promotor de Justiça Marcos Akira Mizusaki, a solenidade destacou os projetos que se sobressaíram pela criatividade, impacto e contribuição na promoção do respeito, do diálogo e da convivência pacífica nas escolas.

Saiba quem foram os professores premiados:
Educação Infantil
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Aline Beatriz da Silva Azevedo – EM José Carlos João
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Maria Lúcia Rodrigues Paes – EM Nazarena Zamit
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Carolina Martins Souza – EM Sylvia Marlene
Ensino Fundamental
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Alessandra C. Ferreira Faustino – EM José Carlos João
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Jorge José da Silva – EM Odette Duarte
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Sabrina Santos Pinto Nunes – EM Ivo Garrido
A secretária municipal de Educação, Karina Gomes, destacou o papel transformador dos docentes: “Celebrar essas práticas é reafirmar a potência do trabalho pedagógico realizado diariamente em nossas escolas. Cada projeto premiado demonstra que a cultura da paz se constrói com sensibilidade, intencionalidade e compromisso com nossos alunos.”, destacou a secretária
Os vencedores receberam celulares disponibilizados pela Receita Federal, com variação na quantidade de aparelhos conforme a colocação — de um a três dispositivos para uso pedagógico e administrativo.
A premiação contou com a presença de autoridades, gestores e representantes das instituições parceiras, que ressaltaram a importância da colaboração entre escola, família e comunidade para fortalecer a cultura da paz.
Os projetos foram avaliados por uma comissão interinstitucional com base em critérios como originalidade, pertinência ao tema, impacto e potencial de replicação.


