O inverno é marcado pela redução das chuvas, baixa umidade do ar e ventos mais intensos, condições que favorecem o agravamento de problemas respiratórios e exigem cuidados especiais com a saúde. Crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças respiratórias estão entre os grupos mais vulneráveis durante este período.
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Com a estiagem, a umidade relativa do ar pode atingir níveis críticos em algumas regiões, provocando o ressecamento das mucosas do nariz e da garganta, sangramentos nasais, tosse, dificuldade para respirar e crises de rinite e asma. Também são comuns irritação, vermelhidão e sensação de areia nos olhos devido ao ar seco.
Bebês e idosos merecem atenção redobrada, já que apresentam maior sensibilidade às mudanças climáticas e podem desenvolver complicações respiratórias com mais facilidade.
Entre as principais recomendações para enfrentar o período seco está a hidratação constante, com o consumo frequente de água e outros líquidos, mesmo sem sentir sede. Também é importante manter os ambientes limpos, ventilados e, quando necessário, utilizar umidificadores de ar devidamente higienizados.
Quem faz tratamento para doenças respiratórias deve seguir rigorosamente as orientações médicas e manter o uso dos medicamentos prescritos, reduzindo o risco de crises e do agravamento dos sintomas.
A orientação também é evitar atividades físicas ao ar livre nos horários em que o ar está mais seco, além de reduzir a exposição à fumaça e a locais com grande concentração de poluentes.
Em regiões atingidas por fumaça de queimadas, os cuidados devem ser intensificados. A recomendação é deixar a área afetada, quando possível. Caso isso não seja viável, a orientação é manter portas e janelas fechadas e, se houver necessidade de sair, utilizar máscaras de alta filtragem para diminuir a inalação de fumaça.


