A Sexta-Feira Santa é parte do tríduo pascal, celebração da Igreja Católica que retoma a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. A data varia a cada ano porque tem como referência o período da Festa de Pessach (páscoa judaica), citado nos evangelhos cristãos.

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Na tradição cristã, especialmente na Igreja Católica, a Sexta-Feira Santa é considerada um dia de luto e respeito. Por isso, não são celebradas missas — fato único no ano litúrgico. Em seu lugar, ocorre a tradicional Celebração da Paixão de Cristo, associado à morte de Jesus, com momentos de oração, leitura bíblica e adoração da cruz.
A data também faz parte do chamado Tríduo Pascal, período que inclui a Quinta-Feira Santa, a Sexta-Feira Santa e o Sábado de Aleluia, considerado o momento mais importante da fé cristã por recordar os últimos acontecimentos da vida de Cristo até sua ressurreição.

Entre as práticas mais comuns neste dia estão a abstinência de carne — especialmente a vermelha —, como forma de penitência e respeito, além da participação em encenações da Paixão de Cristo e procissões religiosas, como o tradicional “Enterro de Jesus”. Muitos fiéis também dedicam o dia à oração e à meditação.
A Sexta-Feira Santa é considerada um feriado religioso no Brasil, podendo ser adotado oficialmente conforme legislações locais. A definição da data da Páscoa — e, consequentemente, da Sexta-Feira Santa — segue um critério estabelecido no século IV, durante o Concílio de Niceia, que determina a celebração no primeiro domingo após a primeira lua cheia depois do equinócio.
Mais do que um feriado, a Sexta-Feira Santa segue sendo um momento de profunda reflexão para milhões de cristãos ao redor do mundo, que relembram o sacrifício de Jesus Cristo e renovam sua fé.


